Dinheiro é o nome que damos para os objetos, normalmente pedaços de papel ou metal, que usamos para trocar por qualquer coisa. O problema é que dentro da nossa cultura ocidental, altamente influenciada pelos interesses da igreja medieval, o dinheiro acabou ficando com uma conotação negativa. A famosa frase: “É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no reino do céu”, exemplifica o que quero dizer. Muitos tem essa impressão ruim do dinheiro, e das pessoas que o tem. Verdadeiramente boas e puras seriam as pessoas que não tem dinheiro, que vivem na privação de bens e de prazeres.
Tanto é assim que nos ensinam a não buscar o dinheiro, mas sim a felicidade. Será mesmo que o problema é o dinheiro? Por acaso também não é o dinheiro que diz o valor do nosso trabalho? Se uma peça de teatro cobra 100 reais a entrada, e lota o teatro, é porque deve ser um trabalho bom. As pessoas que estão ali atuando devem viver daquilo e se dedicar integralmente àquela arte, e isso também graças à estabilidade financeira. Agora se você vai a uma peça que custa 3 reais a entrada, não significa que será ruim, mas não se pode esperar a mesma exelência, o mesmo detalhismo, talvez algum ator desista na última hora, ou chegue atrasado.
Não quer dizer também que o dinheiro seja nobre, sagrado, imprescindível. Todos sabemos que existem coisas boas feitas com pouco dinheiro, e grandes merdas feitas com muito dinheiro. O dinheiro é na verdade neutro, mas ele é que te dará condições de crescer, de se aprimorar, de evoluir, caso você saiba administra-lo. É ele que diferencia o profissional do amador.

1 resposta Até agora ↓
Marco Carvalho // 29 Novembro 2008 às 20:27
Pow.. demorei para entender pq eu tinha um blog chamado lapidatio nos meus feeds ehehehe
Agora entendi
Abrax!